Corpo

Depois, pintaram o lugar de amarelo-sol. Primeiro, no tempo do gris-poluição, o topo era do homem do saco. Eu, que detestava o barro de suor e poeira envolvendo meu pé calçado numa melissinha, não entendia como ele vivia naquele traje de plástico preto. No dia da nudez, cheguei na janela e gritei minha curiosidade. Ele veio pra beira. Como é o ar que te chega na alma? Foi a primeira vez que realmente olhei para fora.

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Sobre Sheila Boesel

SHEILA BOESEL nasceu em 1976, em Santa Cruz do Sul (RS). Formada em jornalismo, trabalha com escritos, sejam próprios ou encomendados. Mudou-se para São Paulo em 2008, mas ainda estranha quase tudo. Gosta de histórias desde a encarnação em que foi traça e, se lembrasse as aventuras que vive enquanto dorme, possivelmente iria tentar a sorte em Bollywood.

Um Comentário

  1. Marcus Zittei

    interessante!!!! mas vou levar uns dias pra entender!!!

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