Sem Cura

Anderson Luis

Anderson Luis

Sinto-me seco
Secura que não se cura
Seca, dura
A gente sem sonhos sente a alma tão envelhecida
Sinto falta dos meus sonhos
Mandei-os embora num dia de chuva e choro
E disse que precisava ganhar a vida
Hoje sou só secura
E tenho aberta uma ferida
Desilusão é deserto, pedra, castelos demolidos pelo vento
Sinto-me seco
Duro e vazio por dentro

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Sobre Rogério Guimarães

Rogério Guimarães nasceu em Santo Antônio da Platina (PR). Gosta de desenhar e tocar violão. Vegetariano não praticante, curte esportes radicais como yoga e tai chi chuan.Busca inspiração para escrever em Pasárgada, Shambhala e na paisagem cosmopaulistana. Participou da antologia de contos Abigail, publicada pela Editora Terracota, e do ebook Geração em 140 Caracteres, editada pela Geração Editorial. Seus próximos livros serão lançados em 2012, se o mundo não acabar.

  1. Incêndio poético!! Muito bom!!!

  2. Rogério a cada dia se confirmando um de nossos grandes poetas! Parabéns!

  3. ainda bem que secura se cura. 😀

  4. Aline Viana

    Lindo!

  5. Tua poesia em clima de secura, doi. Ponto procê, poetinha
    .

  6. Gente, não consegui responder antes. Obrigado pelos comentários. Um abraço!

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